A relação entre a alimentação e a depressão

 

A depressão é uma complicação muito frequente. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 121 milhões de pessoas em todo o mundo é afetada por ela.

O tratamento inclui terapia psicológica, terapia medicamentosa, atividade física e alimentação adequada. A relação entre nutrição e depressão vem sendo mais estudada nos últimos anos. Sabe-se, hoje, que diversas funções cerebrais (como a produção de hormônios) dependem de um equilíbrio de nutrientes como vitaminas, minerais, aminoácidos e ômega 3.

Como a alimentação pode te ajudar?

O acompanhamento nutricional pode auxiliar em casos de depressão, por:

– Identificar possíveis intolerâncias alimentares (como ao glúten e leite) que podem intensificar os sintomas da patologia;

– Auxiliar na melhora da compulsão alimentar ou ausência de apetite, caso necessário, mantendo um estado nutricional adequado;

– Manter um intestino saudável, pois este interfere na produção de neurotransmissores responsáveis pelo equilíbrio do humor, depressão e compulsão por carboidrato;

– Corrigir hábitos alimentares inadequados, pois alguns alimentos e nutrientes agem como fatores anti-nutricionais, prejudicando o tratamento da depressão;

Incorporar alimentos e nutrientes (se necessário na forma de suplementação), que auxiliam no controle da depressão.

Você vai gostar de ler também: