Conheça o Óleo de Coco

O óleo extraído do coco contém aproximadamente 50% de sua gordura composta por ácido láurico (encontrando também no leite materno), e cerca de 7% de ácido caprílico. Esses ácidos graxos, no corpo humano, são transformados em monolaurina, que possui ação antiinflamatória, antifúngica, antiviral, antibacteriana e anti-protozoária.

Possui em sua maioria gordura de cadeia média (TCM), que é facilmente utilizada pelo fígado, assim, não é acumulada no organismo.  Ao contrário do que acontece após o consumo de gorduras saturadas provenientes de alimentos como laticínios e carnes gordurosas.

O óleo de coco também apresenta antioxidantes, moléculas que previnem contra o envelhecimento precoce e doenças como o câncer. O consumo adequado deste alimento funcional está associado ao controle do LDL colesterol (mau), a prevenção de sua oxidação, além de elevar o HDL colesterol (bom). Também possui ação de fortalecer o sistema imunológico, regular o intestino e a glicemia, entre outras.

Com objetivo de emagrecimento, sua utilização está relacionada à saciedade que proporciona, ao tipo de gordura que possui (TCM) evitando seu armazenamento, ao incentivo de mobilização de gordura devido à modulação do cortisol, e à melhora de fatores como inflamação e fungos que podem prejudicar o emagrecimento.

O tipo de óleo que deve ser consumido é o virgem, e não o refinado. A indicação de consumo diário é de, no máximo, duas colheres (sopa) ao dia, trinta minutos antes do exercício e trinta minutos após, ou antes das duas principais refeições. Pode também substituir outras gorduras, no pão, em receitas, saladas, sucos, vitaminas ou para cozinhar os alimentos.

O óleo é líquido, mas dependendo da temperatura pode ficar sólido. Quando for utilizar, prefira o estado líquido. Assim, se necessário, coloque em banho maria ou se a embalagem for de sachê basta aquecer com as mãos.

Apesar dos benefícios comprovados do óleo de coco, o consumo deve ser sob orientação de nutricionista ou médico pois, assim como qualquer outra gordura, o excesso pode aumentar o peso e levar a complicações de saúde. Além disso, em algumas situações o uso não é totalmente seguro ou deve ser acompanhado com maior prudência, nos casos, por exemplo, de complicações hepáticas, na vesícula, alterações hormonais, entre outras.

Vale ressaltar que não adianta consumir óleo de coco e continuar abusando de outros alimentos prejudiciais. Seu uso deve ser associado a uma alimentação saudável, com pouco alimento industrializado, consumo de cereais integrais, frutas, verduras, legumes e outras gorduras benéficas.

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